Ministro da Justiça anuncia 4 medidas para reduzir os conflitos no Mato Grosso do Sul

Cardozo-Indigena-MSApós reunião tensa no dia 14 de julho, em Brasília, com Funai, representantes indígenas, representantes da bancada federal, estadual, governador do Estado Reinaldo Azambuja (PSDB), representantes de entidades e ruralistas que tiveram terras ocupadas por índios, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, apontou quatro medidas para buscar soluções aos processos de demarcação de terras indígenas no Mato Grosso do Sul.

As medidas anunciadas preveem reuniões emergenciais com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para discutir os processos de reintegração de posse. Os encontros deverão reunir parlamentares federais e estaduais, representantes dos produtores, da Funai e do Governo do Estado.

A segunda medida proposta pelo ministro prevê o atendimento de audiência em Brasília, solicitada pela Assembleia Legislativa do MS, a fim de ouvir as reivindicações das comunidades indígenas. O argumento é que os índios também precisam ser ouvidos.

Cardozo anunciou também, como terceira medida, a retomada imediata da mesa de negociação com os proprietários de áreas retomadas, com a formação de comissão composta por proprietários, Funai, Conselho Nacional de Justiça, Conselho Nacional do Ministério Público e representantes indígenas.

Como quarta ação, o ministro atendeu sugestão do senador Waldemir Moka (PMDB) e determinou que o presidente da Funai, João Pedro Gonçalves, visite o Estado para dialogar com os indígenas. O objetivo é permitir que os proprietários das áreas possam colher a produção e retirar insumos, como fertilizantes, calcário e maquinário.

Fontes: http://www.noticias.ms.gov.br e http://paginabrazil.com

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3 Respostas para “Ministro da Justiça anuncia 4 medidas para reduzir os conflitos no Mato Grosso do Sul

  1. Eu colocaria esse aspas nesse “área invadida”, ou o Ministro disse isso mesmo?

    Essa ideia de que a Funai consegue convencer as comunidades a se retirar da área é parente direta da ideia de que é a Funai que incita, não é real.

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  2. Não podemos vontade de homem branco,nem aceitamos grato em nossas area. Ser escravo dos patrão aceitar isso não!não queremos aceita vontade Governo nem vontade Eduardo cunha. No futuro Deus vai cobra vc branco esta maltratando agente. Muitos rularista quer tomar nossas terra.hoje dia sabemos querem indio vivem sem terra onde nossos não sentem liberdade. Vc querem acabar funai isso não coordamos funai tem que continua..vcs Governo e rico e facendeiro querem acabar.agante
    .

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