Caso Nízio Gomes faz 4 anos e Guarani Kaiowá resistem

No dia 18 de novembro de 2015 completa 4 anos do assassinato do cacique guarani kaiowá Nizio Gomes, ocorrido em 2011, no acampamento da retomada do Tekoha Guaiviry, localizado nos municípios de Aral Moreira e Ponta Porã, ambos no Mato Grosso do Sul, chocou o país e causou repercussão internacional. (…)

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Marcada para morrer: quem é a 1ª vítima da PEC 215

Três dias após a bancada ruralista do Congresso aprovar em comissão especial a PEC 215, que delega ao Legislativo a competência de julgar a demarcação de terras indígenas, Kerexu foi ameaçada de morte. Trinta homens atacaram a aldeia que fica a 30 km de Florianópolis, que é habitada na maioria por crianças e adolescentes (60% do grupo). Vieram em um caminhão, duas motos e dez carros. Soltaram rojões, disseram que iriam expulsar as famílias guarani (…)

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Os ataques a indígenas no MS na visão de uma liderança

Tonico Benites, nome de registro formal de Avá Verá Arandú, é uma das principais lideranças do povo Kaiowá-Guarani, no Mato Grosso do Sul. Intelectual brilhante que consegue, como poucos, articular mundos diferentes e em conflito com extrema sabedoria e diplomacia, ele é mestre, doutor e atualmente pós-doutorando em antropologia no Museu Nacional da UFRJ.
Benites escreveu o artigo abaixo para esta coluna em razão dos recentes ataques violentos promovidos por ruralistas. (…)

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RS: Terra Indígena Guarani do Mato Preto é perseguida na Justiça

A Terra Indígena Guarani Mato Preto, nos municípios de Erechim, Erebango e Getúlio Vargas, no Rio Grande do Sul, com 4.230 ha, já com Portaria Declaratória desde 2012, foi ameaçada na Justiça Federal por decisão em 1a instância por Ação Popular 5004427-72.2012.4.04.7117 pediu a suspensão da demarcação da TI pela Funai. (…)

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